quarta-feira, 26 de agosto de 2009

A jornada pelo radio parte 02 - Locutor na escola e aprendiz de sonoplasta.


Na infância e adolescência, tornei-me o locutor oficial dos eventos escolares, não dava muito pra fugir da sina de locutor, todos sabiam que eu era filho de um locutor de rádio e por isto sempre acreditaram que eu também tinha a desenvoltura para falar ao microfone, e lá estava eu apresentando os eventos artísticos e oficiais, me lembro muito bem de uma época em que eu cursava a 5ª serie de grupo, era o dia dos professores, e como acontecia na minha época, o mestre sempre tinha seu valor demonstrado pelos alunos .No dia da comemoração, cada um dos alunos levava um presente especial para sua mestra ou mestre. Tenho que ser sincero, meu pai, nunca foi muito chegado a gastar dinheiro com este tipo de coisas , então ele buscou um forma mais criativa do filho dele homenagear a mestra.
Meu pai tinha um colega de profissão chamado ELIAS JORGE SAFF, acredito que seja esta a grafia correta do nome dele, infelizmente eu acho que ele também já não se encontra mais no mundo dos encarnados, ele tinha um estúdio em casa, lá no bairro Cachoeirinha em BH, e então resolveram que eu ia fazer uma produção em áudio com uma mensagem bonita e uma musica melancólica pra dar de presente á professora.
E lá fui eu , gravar e ser cobrado pelo meu pai a fazer uma locução como fosse um profissional, respeitar entonação, ponto, virgula e dar interpretação ao texto, eu não tinha nem 10 anos e já recebia aulas de locução. Pronto, gravamos com a trilha do filme Once Upon A Time In The West, agora só faltava dar pra professora.
Chega o dia dos professores, eu estudava na Escola Estadual Pandiá Calógeras, que ficava ou fica até hoje, não sei ao certo, ao lado da Assembléia Legislativa de Minas Gerais. Os alunos começaram a entregar cada um os seus presentes, como era uma escola pública frequentada por muitos alunos de classe média alta, a galera esnobava nos presentes, cada um querendo fazer uma média maior com a professora, e eu lá , sentado no meu cantinho, sem nada na mão ,esperando quem? Meu pai, que ficou de levar o K7 com a gravação , de repente, quanto todos entregaram seus presentes e ficaram com aquela cara de superioridade , pensando assim “ Ué e o presente do Luigi?” eis que entra o meu pai, carregando aquela pancada de equipamento de áudio pra ligar na sala de aula para eu dar meu presente à professora.
Não teve dia dos professores melhor para mim, com apenas uma fita K7 e um dedinho para apertar o Play do toca fitas, eu vi a sala inteira se render à minha locução e a professora se desmanchar em lágrimas e soluços de tanta emoção, daí a pouco quem ouvia aquela gravação não era apenas minha turma e minha professora, mas todas as professoras , supervisora, diretora, enfim, a escola toda queria ouvir a homenagem que o pequeno locutor Luigi Stéfano tinha feito. Depois disto vieram as várias participações nas festas cívicas, artísticas e esportivas que se realizavam nas escolas por onde estudei, eu sempre ali fazendo as apresentações ,com mais intensidade na Escola Municipal Avelino Camargos , no bairro Água Branca em Contagem MG onde morei por muitos anos .
Foi ali também naquele bairro, que comecei a ter as minhas primeiras experiências na área de sonoplastia. Era o estúdio de transmissão da RADIO AMÉRICA AM de BH, que pertence á Arquidiocese de da Capital, O mestre naquela época se chamava MÁRIO ROCHA, também acredito que ele já não esteja mais no mundo dos encarnados, ô velhinho gente boa, naquela época, seu Mário já beirava os seus 50 a 60 anos, tinha um opala 2 portas bege com uma faixa preta que pegava de ponta a ponta , encerava aquele carro toda semana, com um detalhe, cada dia da semana era uma parte, assim , lustrava o opalão durante toda a semana.
Seu Mário Rocha era o responsável técnico da Radio América naquela época , então ele gerenciava a área dos transmissores e tomava conta dos operadores de áudio , foi ali que eu comecei minhas primeiras lições de operador de rádio. Os programas vinham gravados do estúdio de gravação da emissora e veiculados da área de transmissão, onde por sinal também ficavam os transmissores da emissora, diga-se de passagem, um guarda roupa inteiro de transmissor, muitos diziam na época, que ficar ao lado deles fazia com que ficássemos de cabelos brancos por causa do RF, deve ser por isto que já estou de cabeça branca hahahahah!!!; bom , mas voltando a falar sério, gostaria de lembrar muito do nome de alguns companheiros daquela época , os operadores que me ajudaram a aprender o oficio de sonoplasta, mas infelizmente um dos meus maiores defeitos é esquecer o nome das pessoas, então me perdoem , eles juntamente com o Sr. Mário Rocha, me ensinaram como ser um operador de rádio e o aprendizado funcionou assim, sentei-me durante uma semana só observando e ajudando a guardar os discos, separar a programação musical que como disse, já tinha aprendido lá pelos meus 7 anos e a separar os rolos de fita que vinham com a programação gravada, pelos locutores e pelos padres da Arquidiocese.
Na outra semana , a gente começa a ser explorado pelos operadores (normal), tipo assim , eles iam tomar um cafezinho e me pediam pra ficar na mesa passando o bloco de musicas e hora certa, vale lembrar , que tudo era gravado, locução, musica, hora certa, comercial, tudo em fita de rolo, então eles voltavam do café um 40 minutos depois, um belo dia um deles falou assim “ ô pintinho , chega o reio, senta e faz” eu disse, mas eu ainda não estou preparando, e a resposta do seu Mário Rocha foi curta e seca, “operador só aprende fazendo, se vira e não deixa dar buraco na radio” ( buraco na radio é quando, falha alguma coisa e o ouvinte, não ouvi nada em casa, um buraco de 30” parece uma hora no radio).
Pronto, suei frio, tremi as pernas, deu dor de barriga, mas não podia deixar dar um buraco na radio, um dos fatos curiosos daquela época é que as mesas de áudio não tinham a opção CUE ( ou escuta em off) para o pick-ups, então a gente colocava a musica no ponto no ouvido, naquele “zzzzz” que nos mostrava o inicio da faixa musical, era o “ouvidômetro” que tinha que funcionar.Depois de mais ou menos uma hora e meia, estava pronto mais um operador de radio, seu Mário rocha chegou e disse, “operador é assim , só aprende fazendo”, depois disto é que a exploração começa, o operador do horário não trabalha mesmo e explora do aprendiz que está todo entusiasmado e feliz por ter se tornado um operador de rádio ou sonoplasta se preferir.
Fiquei ali por alguns meses, só trabalhando sem receber, afinal , antes ficar aprendendo a fazer alguma coisa de útil do que ficar em casa dormindo sem fazer nada a tarde inteira, era a filosofia do meu pai, hoje, concordo plenamente com ele, com isto me tornei junto com outros grandes profissionais de sonoplastia a ser um dos mais hábeis operadores de radio de bh, de acordo com a opinião de muitos colegas que me viam operar a emissora de rádio dada a minha rapidez em abrir , aumentar , abaixar e fechar os potenciômetros das mesas de áudio.
Tentei até uma efetivação no quadro de operadores de áudio da Radio América, mas não deu a grade como chamamos o quadro de profissionais da emissora, estava cheio . Mas.... a minha Historia com a Radio América não terminou ali, a exemplo da Radio Cultura , também vou voltar á falar desta emissora que também fez parte da carreira deste profissional. Até a próxima postagem ....

terça-feira, 25 de agosto de 2009

A jornada pelo rádio parte 01 - Conhecendo o mundo do rádio.


Se você assistiu ao vídeo-foto, já sabe então como tudo começou, (depois leia o comentário do meu pai, ele assistiu ao vídeo) , daí pra frente foi viver quase que constantemente o mundo radiofônico.
A parte que vou narrar agora, eu não me lembro de vivenciar, mas, uma vez , um dos nomes mais respeitados hoje no radio o grande amigo ( acho que ele não se lembra de mim) , ACIR ANTÃO , hoje e há muitos anos na Rede Itatiaia de Rádio, me disse, que nas tardes de sábado ou domingo não me recordo bem, os homens de comunicação, se reuniam em frente ao CAFÉ NICE, o point dos jornalistas e radialistas naquela época, e ACIR ANTÃO me contou, que meu pai o LUZIARIO PINTO, cheio de orgulho me levava ao colo, e dizia , esta aqui o meu filho e se derretia de orgulho apresentando dizendo “este é o meu primogênito”.

Passaram-se alguns anos, lembro-me bem que a primeira experiência com o mundo da comunicação começou dentro da rádio Cultura AM, nesta época ela ficava no bairro Gameleira em BH. Eu estudava na escola que ficava logo em frente, o nome da escola vai ser difícil lembrar agora, nesta época eu estava com os meus 7 anos, a única coisa que me lembro é que tinha lá uma professora mais idosa, que já não deve estar mais conosco no mundo dos encarnados, que se chamava D.Almerinda.
Nesta época eu também já praticava a boa lábia dos comunicadores, e como eu morava no bairro São Cristóvão às margens da PEDROII, saia, sozinho, já com tenra idade e tomava duas conduções para ir até ao bairro Gameleira para estudar, e nesta lábia, na maioria das vezes não pagava passagem, já que por ser um garoto simpático e comunicador, fazia amizade com todos os motoristas e com isto me era permitido entrar pela porta da frente do coletivo, sentar naquela parte onde fica o motor ou nos primeiros assentos e assim , não pagar passagem , já que eu era um garoto boa praça, e de educação esmerada como falavam naquela época.
Então, como estava dizendo, a rádio Cultura AM ficava ali, metade da rua de asfalto, a outra metade de terra, rodeada por pequenas e humildes residências que por muitas vezes até se passavam por pequenos sítios e onde os locutores, até compravam o almoço ou o jantar do dia, a marmita, quando não filavam a bóia mesmo já que todos tinham uma lábia doce e não era por menos, todos ou todas queriam ser amigas(os) do locutor da radio ou radia como muitos falavam e falam até nos dias atuais.
O diretor se não me falha a memória era o fera GERALDÃO, há muitos anos não tenho mais noticias dele, a ultima vez que tive a oportunidade de me encontrar com ele foi, na radio EXTRA FM sobre a qual também vou falar aqui mais na frente, mas nesta ultima oportunidade de encontrar com o fera do GERALDÃO pedi a ele que fizesse alguma observação sobre o meu trabalho, afinal o cara era e foi por muito tempo um dos nomes mais respeitados no radio mineiro e ele radialisticamente me disse com aquela voz de trovão (imagina uma voz grossa, agora dobra, dobra mais uma vez.....tá bom ) “Olha pintinho - pinto era o meu pai viu gente, como eu era o filho dele eu era o pintinho, para os dinossauros do radio naquela época – voltando à frase “ Olha pintinho o seu pai é um LP mas você já é o CD do rádio” o detalhe é que, quando ele falou isto o CD, ainda estava timidamente chegando às emissoras de radio e aos consumidores, então eu perguntei porque ele falava isto e ele disse que eu já estava me tornando um comunicador á frente do meu tempo , comunicando como os comunicadores das novas gerações ainda estavam aprendendo a fazer.. ( Ai... me segura...., quase emborrachei no chão de tanta emoção) .
Mas antes deste estimulante comentário, já convivia com o Geraldão na naquela parte que narrei dos meu 7 anos e também outros papas do radio como Daniel Barros e Marcio Seixas que hoje é um dos grandes dubladores da Herbert Richars no Rio de Janeiro, ele fez várias vezes a voz do BATMAN, nas dublagens brasileiras e tive o prazer de conhecer muitos outros grandes locutores da época.
Quando eu saía da escola, ia muitas das vezes direto encontrar com meu pai o LUZIARIO PINTO, que fazia parte do pool de locutores daquela emissora e como todo bom aprendiz eu ficava ali, ouvindo, arrumando os discos nas prateleiras e limpando os vinis que estavam empoeirados, ajudava também a refazer capas estragadas e ouvindo sempre a maldosa frase : “Ô Luigi pega lá o martelo de desempenar discos” e o inocente ia correndo pra tentar achar o tal do martelo.

Nesta coisa de ajudar a arrumar discos e capas, já comecei a conhecer uma discoteca, na verdade o mundo do discotecário de radio ou programador , em algumas emissoras, ainda existem distintas as duas profissões, o discotecário cuida do acervo musical da emissora e o programador se responsabiliza pelo playlist da emissora, aquilo que vai rodar na programação, então, comecei a saber que os LPs, tinham que ser separados por gênero musical, como nacional e internacional, aqueles que eram mais antigos, os FLASH-BACK, e os que eram sucesso e que também os blocos musicais tinha que seguir um certo padrão de ritmos combinando as musicas, para que o bloco não virasse uma mistureba de musicas de gêneros ou bits diferentes.
Naquela época, a Cultura AM era o que havia de top no radio, se igualando às emissoras FMs, que temos hoje, o que tocava nas melhores rádios do mundo, tocava na Cultura AM , fora ela , a pérola do radio era a MUNDIAL AM, do Rio de Janeiro, famosa por rodar os maiores hits do momento, que se destacava principalmente pela programação do fim de semana onde “bombavam” as baladas das discotecas.
Na Cultura Am, comecei a conhecer o universo do rádio, mas vou voltar a falar desta emissora, mais pra frente, não foi somente nesta época que ela fez parte da minha Historia de rádio, depois de um tempo começaram a chegar no mercado as emissoras FM, e a primeira se não estou enganado foi a Radio Del Rey FM, ou 98 FM.e os melhores locutores que haviam no mercado estavam em sua maioria na Cultura AM, e muitos dele foram para a 98 FM. Eu nesta época, comecei também a acompanhar o meu pai pelos studios de gravação de comerciais em áudio e produtoras de vídeo.
E aí pra variar, lá foi o LUIGI STÉFANO, para o microfone mais uma vez , a primeira locução comercial e profissional, veio por volta dos 8 anos de idade, foi uma dublagem, a empresa de relógios Technos havia lançado um novo relógio e a peça era alusiva ao natal, cujo o enredo do vt , narrava a troca de presentes no natal, o problema é que além do sotaque paulistano da peça não agradou ao mercado mineiro, então foi preciso a voz de um garoto mineiro pra fazer a dublagem do vt, e lá estava eu entrando profissionalmente em um studio e foi no STUDIO HP, um dos mais respeitados de Minas Gerais , Lucinha, Haroldo e Paulinho, me receberam muito bem e o trabalho ficou espetacular.

Alias espetacular mesmo foi o meu primeiro cachê, hoje algo em torno dos R$ 300,00 e que meu pai fez questão de levar em notas de R$1,00 e de R$ 5,00 nunca tinha visto tanto dinheiro na minha frente e levei tudo para o banco, para começar minha poupança, daí em diante, quanto precisavam de uma voz infantil eu estava sempre presente pra levar o meu trabalho, mas como tudo no radio é muito instável , um vingaram e outros caíram. É isto aí...
Até a próxima postagem, nela vamos falar da minha experiência como apresentador de eventos estudantis e minha primeira experiência como aprendiz de sonoplasta na Radio América de BH. , até lá.
Sejam todos EXTREMAMENTE FELIZES, à propósito esta é minha comunidade no ORKUT, entre lá e torne-se um membro.

domingo, 23 de agosto de 2009



É , como já havia dito, estou aprendendo aos poucos a manusear este tal de blog, demorou um pouquinho, mas consegui como havia prometido, colocar aqui o áudio de minha primeira locução, aquela que disse ter acontecido na pia batismal . Pois é, não é que acabei achando também um registro fotográfico daquela data, existem outras fotos, mas só encontrei uma ,naquelas famosas caixas que ficam sobre o quarda -roupa. O casal da imagem é meu pai Luziário Pinto de Andrade e minha mãe, Vitoria Doracilda, hoje não são mais casados, cada um segue seus caminhos, mas se esbarram de vez em quando; você vai ver também o Santuário de Santo Antônio em Divinópolis, graças ao Google descolei a foto para acrescentar no vide-foto que você vai poder assistir e confirmar que já nasci pra ser do rádio. A propósito, você sabia que tem gente que acha que nasceu pro rádio, mas não se atentou que o radio não nasceu pra elas, pois é , parece incrível mas é verdade, nós ainda teremos a oportunidade de comentar isto por aqui, quando formos fazer nossas criticas sobre as coisas do rádio .

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

CONVITE PRA VOCÊ

Se você conhece ou já ouviu este comunicador fique à vontade, faça seu comentario, sobre este profissional, ficarei honrado em conhecer sua opinião sobre mim e meu trabalho, fique à vontade se tambem quiser falar mal.

COMEÇANDO NOSSA PROSA

Vamos à nossa primeira postagem.

Entrando também na onda da multimídia e na já tão badalada convergência das mídias, resolvi também aderir ao espaço dos Blogs, mais um dos vários e democráticos instrumentos de expressão dos mais variados segmentos. Sendo assim, vamos nos juntar ao grupo de comunicadores, jornalistas, crônistas, radialistas (hoje praticamente a mesma coisa, sem a exigibilidade do diploma de jornalista),para aqui mostrarmos o nosso trabalho como radialista com demos de nossos feitos . Quem sabe ,até descolar outros trabalhos, falar da nossa área, criticar, opinar, reclamar, enfim, fazer aquilo que o Estado Democrático de Direito nos permitir.
Neste exato momento, estou aqui, fazendo o que mais gosto, comunicando, estou no ar, (sentado) mas no ar, como faço sempre de segunda a sexta-feira de 15.30 as 19h, na Radio Santana FM, aqui em Itaúna MG. Ouça, se estiver a fim, pela web no
http://www.santanafm.com.br/. Esta História com (H) mesmo, já que é fato real, começou já há alguns anos, mais precisamente no ano de 1967; a primeira gravação aconteceu na pia batismal, apesar de nascido em Belo Horizonte, o batizado cristão aconteceu na cidade de Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas Gerais. Tá achando que é exagero ou brincadeira? Ledo engano, vindo de uma família de radialistas por natureza , meu pai nada simplório e modesto, achou por bem registrar o batizado deste que hoje está de cabelos brancos, através do gravador de reportagem e depois passar todo o material para um LP de acetato - ufa.... eita que tô ficando velho mesmo – e eu não podia deixar por menos , já que estava gravando....... aperta o PLAY ...., disparei para a minha primeira locução depois de nascido e mandei o tradicional choro que a criançada sempre dá quando o sacerdote, manda aquela água gelada na nossa pequena cabecinha, desta forma sacramentei a minha vida de comunicador, está tudo registrado, hoje passei para o digital, o som na verdade não ficou muito bom já que as marcas do tempo do acetato não foram fáceis de serem apagadas, mas você pode conferir o áudio que vou postar em breve aqui, aguarde (ainda estou aprendendo a manusear o blog), mas vou postar o áudio para atestar a veracidade do fato, principalmente para aqueles que não acreditam no feito do locutor baby, a História deste radialista começou assim , para depois ouvir o tradicional conselho “meu filho esta profissão é difícil”, aí eu te pergunto , pra que colocou um microfone na minha frente justo no dia do batizado, e aí não deu outra, estou aqui, no rádio até hoje e até o dia em que DEUS quiser!!

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

PREPARANDO

Estamos começando nosso blog, aguarde e acompanhe nosso trabalho, vai ser um prazer ter você dando uma olhadiha por aqui.